
“E então, criou Deus, o homem e a mulher, para que vivessem juntos, até o fim de seus dias!”
Atualmente, este tema tem sido muito discutido por todos os lugares. De forma polêmica, às vezes realista. Sabemos que segundos os preceitos religiosos existe a seguinte lei: “O que Deus uniu, o homem não separa”. Pensando nessa reflexão, trataremos do assunto em diversos ângulos de como se encontra os casamentos atuais.
Partindo do princípio, o período de conhecimento e amadurecimento para ambas as partes, chamado de: NAMORO! Observou-se que durante esse período, as pessoas apresentam-se de certa maneira, mascaradas. Algumas pessoas fazem o possível para demonstrar, umas as outras, o melhor que há em si. Tentam esconder seus defeitos, e quando descobertos, envergonham-se. Com passar do tempo, começam a surgir algumas coisas que para um dos componentes do relacionamento é de suma importância, enquanto o outro, não vê com o mesmo olhar que o parceiro. Enfim, casam-se, e em pouco tempo, devido a algumas situações que geram um mal- estar entre ambas as partes decidem, portanto opinarem pelo divórcio.
Podemos analisar o grandioso número de divórcios e separações que existe em relação a casamento que ocorrem anualmente. Notamos que as pessoas não buscam mais o que a famosa expressão diz: “Iremos envelhecer juntos!” Para muitos, o casamento se retrata como uma instituição, isto é, casar-se para aumentar patrimônios. Nesse caso, se não for aquilo em que um dos dois almejava, o divórcio pode resolver tudo muito rápido.
Precisamos reavaliar a cada dia que passa sobre o que significa as seguintes palavras interligadas: Casamento e Aliança. A cerimônia que acontece tradicionalmente nos casamentos, seja ele em quaisquer religiões, nela ocorre o seguinte juramento: “ Jura amá-lo(a) e respeitá-lo(a), na saúde e na doença, na alegria e na tristeza, na riqueza e na pobreza, todos os dias de tua vida, sendo fiel, até que a morte os separe?” Esse é tal qual o juramento feito pelas cerimônias de casamento. Para muitas pessoas, essas palavras são proferidas por um padre ou mesmo pastor, esquecendo-se que esse juramento não são apenas palavras em que o sacerdote pronuncia, mas são palavras santificadas com o objetivo de unificar almas para que frutifiquem com solidificação ao construir uma família.
O casamento se baseia em uma união indissociável, a qual requer renúncias. Se alguém não aceita renunciar muitas coisas de sua vida, é melhor que não se case, pois um dia, todos nós prestaremos contas de nossos atos a Deus.
A aliança utilizada no dedo anelar, é um pacto que você faz, primeiramente com Deus depois com o(a) companheiro(a). Ao unir nossas mãos, exceto os dedos maiores, ficando um de frente para o outro, podemos analisar que todos eles separam-se, menos um, o anelar. Por este motivo, utilizamos a aliança no dedo anelar, tornando-os inseparáveis. Assim nos conta a cultura chinesa.
Observemos como está a cultura matrimonial atualmente. O casamento representa muito bem a palavra DOAÇÃO. Casar é estar disposto a se doar para a pessoa que você irá conviver. Um casamento significa: Eu me doou para você. Um contrato diz: Eu quero você! Nota-se a semelhança do ato de compartilhar uma vida? Quem não deseja obter um casamento solidificado? E além disso, casar com quem realmente ama? E ser ousado o bastante em ser feliz até os últimos dias com a pessoa escolhida. Nenhum casamento sobrevive as sombras de Deus. Mas isso também requer ouras coisas.
No período em que namoramos, costumamos estudar a pessoa que está do nosso lado, porém quando casamos, ficamos mais analfabetos do que já estávamos quando namoramos. Estudar a pessoa que está ao nosso lado é de suma importância, seja em um namoro ou casamento. Isso deve ser feito diariamente. Para ser mais precisa, minuto após minuto, segundo após segundo. Na verdade, isso pode ser comparado a um nível escolar, que para se especializar você deve estar sempre buscando um nível à frente. Assim são os relacionamentos. Se você não estuda a pessoa com quem convive diariamente, concerteza seu casamento será uma verdadeira frustração. Analise em que nível você está agora.
A aliança ou pacto, surgiu de um juramento individual, mesmo que alguém tenha feito isso com você, mas não deixa de ter sido individual, pois primeiramente foi direcionado entre você e Deus.
Casar-se para construir uma família, com amor e cumplicidade entre os membros que dela surgirá, e não obter uma para derrubá-la com as próprias mãos.
Fica a seguinte indagação em questão. Com tanto divórcio que vem ocorrendo por aí, será que alguém algum dia se pergutará: O que é o Amor?
Que você possa reavaliar sobre sua vida! Fique na paz.




parabens pelo texto uma otima realidade
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